25 outubro 2012

Catedral de Cristo Redentor, Moscovo

(fotos by Moonshine)

Moscovo, Rússia

Teatro Bolshoi

uma estação de Metro com um nome totalmente impronunciável para mim, o que tornou sempre uma aventura as viagens pela rede de Metro  

no Mercado de Izmailov


as fantásticas torres em redor do Mercado de Izmailov
(fotos by Moonshine)

Galeria Tretyakov, Moscovo

Na Galeria Tretyakov situada na Igreja de Saint Nikolay no centro de Moscovo, próximo do Kremlin, encontra-se um acervo de obras de arte, pintura e escultura, com peças a partir do sec. XI. Este museu é dedicado à preservação e divulgação da arte nacional da Rússia.



gostei muito desta escultura pelo seu ar inacabado

Em Moscovo não tive oportunidade de ter contacto com nova literatura russa mas, em contrapartida, neste museu encontrei pinturas a retratar os escritores russos Fiodor Dostoievski e Leon Tolstoi (pintura acima). 
(fotos by Moonshine)

24 outubro 2012

Parque de Gorky, Moscovo

O Parque de Gorky estava com lindos tons outonais. Os esquilos irrequietos divertiam-se em grandes correrias nas árvores e aproximavam-se com grande à vontade indo comer avelãs à mão dos turistas.




(fotos by Moonshine)

Moscovo, Rússia

Ainda respirando o ambiente moscovita lá continuei com os meus flashes e a tentar que as mãos não congelassem. :)
Mais um ícone da cidade situado num dos extremos da Praça Vermelha: a Catedral de S. Basílio, cuja estrutura e colorido mais parece um palácio dos contos de fadas.  


(fotos by Moonshine)

23 outubro 2012

Moscovo, Rússia

Clicando à volta da Praça Vermelha e aspirando a gélida temperatura de Moscovo... brrrrrrr...





(fotos by Moonshine)

20 outubro 2012

literatura russa

Muito a propósito, literatura russa. Nikolai Gogol, Mikhail Bulgakov, Leon Tolstoi, Fiodor Dostoievski e Alexander Soljenitsin são os escritores russos que fazem parte da minha biblioteca caseira. Li "O Retrato", "Margarita e o Mestre", "Guerra e Paz", "Anna Karenina", "A Morte de Ivan Ilitch", "O Idiota", "Um dia na vida de Ivan Denisovich" e talvez mais alguns de que não me recordo de momento.
Será que a viagem até ao país das matrioshkas me irá despertar a curiosidade para a descoberta de mais autores russos?

19 outubro 2012

Manuel António Pina

"Talvez sejas a breve
recordação de um sonho
de que alguém (talvez tu) acordou
(não o sonho, mas a recordação dele),
um sonho parado de que restam
apenas imagens desfeitas, pressentimentos.
Também eu não me lembro,
também eu estou preso nos meus sentidos
sem poder sair. Se pudesses ouvir,
aqui dentro, o barulho que fazem os meus sentidos,
animais acossados e perdidos
tacteando! Os meus sentidos expulsaram-me de mim,
desamarraram-me de mim e agora
só me lembro pelo lado de fora."
Manuel António Pina

06 outubro 2012

crazy week!!!

 
2ªf. A começar "bem" o dia. Streeeesssss (onde está o cartão???) M
Hora de almoço - [subindo] 0,1,2,3,...8,...STOP!
9 à vista mas sem hipótese. E não é que o palerma do elevador estacou entre o 8º. e o 9º.!!! Meia hora depois, estava salva. Ufa!
Lá se foi a hora de almoço sem almoçar... L
Isto é agitação demais para um dia só!

4ªf.  Stupid neighbour! Mas que cena mais caricata. É cá preciso uma paciência! GRRRRRR

5ªf.  Nem o desporto deu para remendar a semana. Ginástica com monitor suplente que não conseguiu  "agarrar" a aula. Muita transpiração mas sem relax nenhum; nem a música safou a aula.

 6ªf.  - O carrinho é nosso!... Ops! Mas a água e os agriões não são?! Mas os iogurtes são!  :-O  
Conclusão: carrinhos trocados; uma miscelânea de compras de supermercado que 4 pares de mãos iam colocando num mesmo carrinho... (gargalhadas após deslindar a confusão)

E para completar o dia em beleza...
Na frutaria olhando com incredulidade para a balança.
[thinking] quando será que ela dará conta de que algo não está bem?
- O visor desta balança não deveria estar a zeros quando inicia a pesagem? - perguntei eu, depois da empregada já ter pesado: maçãs, castanhas, bróculos, laranjas, pêssegos e mangas, com a balança iniciada a 10 gr. repetidamente.
-Ah, não faz mal. Peso tudo outra vez. - resposta da empregada sem se espantar com o sucedido mas também sem perceber muito bem a razão do erro.
E não é que ela começa novamente a pesagem e o problema repete-se. OMG!
Eu lá lhe explico calmamente (para ela poder assimilar bem a explicação) que isso acontece porque o saco está encostado à balança, daí o visor aparecer já com 10 gr. quando inicia a pesagem porque a fruta, que já se encontra no saco, pressiona o prato da balança. Daaahhh!!!!

Crazy week! I want more and more! LOL

26 setembro 2012

bla bla bla

Almoço do trio dos bytes: C.I.A.
Um óptimo almoço com muito bla bla bla.

20 setembro 2012

Joana Vasconcelos




Para espanto das homemakers e de muitos outros comuns mortais, os ferros de engomar podem ter uma finalidade bem diferente daquela para que foram concebidos.
"A Todo o Vapor" é uma estrutura mecanizada composta por ferros de engomar e que faz lembrar uma fonte de água. Esta obra da autoria da artista plástica portuguesa, Joana Vasconcelos, vai estar exposta na galeria Haunch of Venison em Londres, a partir de 10 de Outubro. A artista também vai ter, nesta exposição, outras peças igualmente sui géneris como já é usual nas suas criações.

18 setembro 2012

Quociente de Inteligência - DN

Artigos interessantes já é habitual encontrar no Quociente de Inteligência (QI), suplemento do DN. O QI de 15 de Setembro merece o meu destaque pelo artigo que integra o Q_Ciência.

No artigo de Israel Rosenfield e Edward Ziff , "O sabor é uma invenção do cérebro", são abordados as combinações do paladar, a química dos aromas e o cheiro das cores.
"A reação dos recetores do odor do nosso nariz está mapeado de um modo semelhante, em imagens do aroma de duas dimensões." e, quanto ao cheiro das cores, "Existem muitos relatos que dão conta de pessoas que são capazes de sentir o cheiro das cores e o sabor dos sons. De facto, o input sensorial dos nossos ouvidos e do nosso sistema olfativo converge numa parte do cérebro que é ativada pelo som e pelo aroma, que é o primeiro passonuma síntese de sentidos."

"A comida contém as moléculas do paladar, mas os sabores dessas moléculas são, na realidade, criadas pelo nosso cérebro." É uma das referências ao livro de Gordon M. Sheperd ,"Neurogastronomy: How the Brain Creates Flavour and Why It Matters", que é considerado pelos autores do artigo como um livro estimulante e informativo acerca do tema Neurogastronomia.  

O QI reserva-nos sempre ótimos artigos e por isso não é de espantar que tivesse sido galardoado no European Newspaper Award por uma edição de 17Set2011.

16 setembro 2012

fragrâncias

O Verão está de malas aviadas e o meu perfume para os dias quentes, também. Agua de Loewe Ella tem sido a minha fragrância estival predilecta. Um fabuloso aroma, fresco e leve.
A composição desta fragrância tem como notas olfactivas de saída: limão, bergamota, laranja, passoflora; notas de coração: paprica, rosa, lírio e vitória-régia; e notas de fundo: cedro da Virgínia, sândalo e almíscar.

Agora, até chegarem os dias mais frios, o meu eleito é Burberry Brit. Uma fragrância fantástica para a transição de estações.
Chá japonês, lima, amêndoa, pêra gelada, peónia branca, almíscar branco, âmbar e mogno criam as notas olfactivas deste aroma fresco e doce.

15 setembro 2012

primos

Mais uma visita a Portugal de primos que vivem do outro lado do Atlântico. Desta vez foi o Jorge e o Adam, dos U.S.A. Tão bom rever o Jorge, conhecer pessoalmente o Adam e saber novidades da família, portuguesa e americana. O tempo é sempre escasso para tantas novidades que há para contar e histórias para recordar e partilhar. Fica a saudade mas também a alegria de saber que a família se encontra bem.    

12 setembro 2012

Feliz Aniversário Ri!


"Inventa um alfabeto
De ilusões...
Um a-bê-cê secreto
Que soletres à margem das lições.
Voa pela janela
De encontro a qualquer sol que te sorri!"
Miguel Torga 


1,2,3, ... 365 surpresas para iluminar o sorriso de cada dia

10 setembro 2012

a cor dos dias à beira-mar

A cor de um dos meus maravilhosos dias à beira-mar

Nas férias de Verão senti-me uma privilegiada pela paleta de cores com que o céu, a terra e o mar "vestiram" os fins de tarde de cada dia que passei à beira-mar.
A paisagem com uma harmonia de cores, uma autêntica pintura! Foram muitos os tons. Umas vezes, dourados e quentes, outras, leves e prateados, outras, fortes com os vermelho-laranja e, ainda outras, indefinidos e ténues, enfim, para todos os gostos. Muitos cambiantes e todos maravilhosos mesmo quando o vento fazia a sua aparição e surgia um rodopio nas nuvens só para que o céu não se transformasse num "monótono" azul. O azul límpido e calmo também teve direito a vez e emprestou à paisagem uma tonalidade fabulosa.
Adorei e repetia a dose até que o céu, a terra e o mar esgotassem a paleta de cores. J

09 setembro 2012

readings...

"readings" ao sabor do mar... o marulhar da ondulação... a maresia... o sol...
conjugação de elementos perfeita que criou um ambiente mais que perfeito para todos os sentidos J

04 setembro 2012

dunas floridas

Fiquei extasiada com a paisagem da orla marítima, 
o amarelo inundou as dunas

o azul/verde mar e as florzinhas amarelas

as "pinceladas" do pintor (natureza)

amarelo, amarelo, amarelo

o mix da vegetação das dunas

(fotos by Moonshine)

30 agosto 2012

Fahrenheit 451


"Montag mostrou-lhe o livro:
- É o Antigo e o Novo Testamento, e...
-Ah! Vais começar!
-É talvez o último exemplar que existe nesta parte do mundo.
- Não creio que ele saiba que livro roubei eu. Mas como escolher um substituto? dar-lhe-ei Jefferson? Thoreau? Qual o que tem menos valor? Se escolho um e, por acaso, Beatty sabe qual roubei, vai pensar que eu tenho uma biblioteca inteira.
Mildred crispou os lábios.
- Vê lá o que fazes! Estás a meter-nos num bom sarilho! Que é que te interessa mais, eu ou a Bíblia?
Ela começou a chorar, sentada como uma boneca de cera que derrete com o próprio calor. A Montag parecia-lhe ouvir a voz de Beatty.
- Senta-te Montag. Olha bem. Delicadamente como às pétalas de uma flor. Deita fogo à primeira página, depois à segunda. Cada uma se transforma numa borboleta negra. Anda, hem? Acende a primeira página na segunda e assim sucessivamente, umas atrás das outras, capítulo por capítulo, todas essas noções absurdas que as palavras evocam, todas falsas promessas, todas essas ideias em segunda mão e essas filosofias antiquadas.
Beatty lá estava, transpirando ligeiramente, o chão juncado de fragmentos negros que tinham sucumbido numa única tempestade."

in "Fahrenheit 451" de Ray Bradbury

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"Fahrenheit 451 - a temperatura a que um livro se inflama e consome..."
É com estas palavras que o escritor inicia o seu livro publicado em 1953. Ray Bradbury ficou celebrizado com este romance que foi adaptado ao cinema por François Truffaut